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PRAÇA CORONEL FLAMÍNIO
Projeto "Arte Fora da Caixa" é finalizado e traz grafitti a ambiente público
02/08/2021 | 14h15
Projeto

O projeto “Arte Fora da Caixa”, realizado na caixa d’água da Praça Coronel Flamínio, foi finalizado. Agora, a praça que sedia o Museu Major José Levy Sobrinho e a Escola Municipal de Cultura e Artes “Maestro Mário Tintori” apresenta uma obra de arte também do lado de fora dos equipamentos culturais.

O trabalho traz arte abstrata com peças baseadas no estilo de grafitti “WildStyle” e foi uma medida de incentivo da Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura, à prática do grafitti, com o objetivo de abrir espaço a um artista limeirense e democratizar e facilitar o acesso à sua arte.

A realização do projeto serve ainda de incentivo para a arte de rua se tornar mais presente no dia a dia das pessoas, transformando o cotidiano e os ambientes públicos em museus a céu aberto. 

Há 18 anos na área, Paulo Medo, responsável pela produção, traz a harmonia da arte com o ambiente em que ela está ao utilizar as cores verde e marrom café. As cores remetem às árvores tão presentes na conhecida “Praça do Museu”.

Segundo o artista, o trabalho trouxe uma experiência de troca com os munícipes que passavam pelo local. “Foi muito gratificante ter pintado na praça por esses dias, foram três dias de muita experiência. A galera parando no ponto de ônibus, vindo tirar foto, perguntando o que estávamos fazendo ali. Algumas senhoras passando e dizendo que viram a divulgação feita pela Prefeitura, falando que estava muito legal, bonito”, disse.

Para o secretário de Cultura, José Farid Zaine, a produção do Medo deu uma tonalidade completamente diferente à Praça. "Quando conversei com o prefeito Mario Botion sobre esse trabalho, ele imediatamente abraçou e pediu para que a Secretaria de Cultura desse andamento à ação e nós ficamos muito satisfeitos e orgulhosos com o resultado final", declarou.

SOBRE A TÉCNICA

De acordo com Medo, o estilo de grafitti “WildStyle” nasceu na cultura hip-hop nos Estados Unidos, na década de 80. Tendo trabalhado com o “WildStyle” há alguns anos, o artista Paulo Medo passou a utilizar a base técnica e fragmentos abstratos inspirados no estilo em diversos suportes, como telas, portas, cadeiras e outros objetos.

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